Anitta concedeu uma entrevista ao Diário de São Paulo para a coluna 'Camarim' do jornal.
Leia a entrevista completa:
DSP: Você se considera uma artista livre?ANITTA: Sim e não. Livre, porque comando a minha carreira e posso tomar minhas próprias decisões. E, talvez, não tão livre por ainda precisar diariamente quebrar rótulos e preconceitos que ainda existem sobre o ritmo que me revelou. Isso demanda um pouco de cuidado e estudo sobre os passos que vou dar. Mas tudo é questão de tempo.
DSP: O que é uma mulher poderosa para você? Você se considera feminista?ANITTA: Uma mulher que corre atrás do que quer e não se deixa abater pelo que vem de fora. Eu sou a favor dos direitos iguais. A palavra feminismo pra quem não se aprofunda sobre a teoria faz parecer um desejo de soberania sobre o sexo masculino. Mas, na verdade, não é isso e nem concordaria com isso. É a vontade de que tudo funcione como se não houvesse diferença de sexo, raça e etc. Todos se enxergando seres humanos e se respeitando independente de suas diferenças.
DSP: O funk é a vertente principal do seu trabalho ou pretende experimentar outros estilos?ANITTA: Eu continuo fazendo funk, mas, hoje em dia, já canto outros ritmos em meus trabalhos. O público tem aceitado isso muito bem. A versatilidade está em alta.
DSP: Você começou a carreira cantando com um ídolo como o Roberto Carlos, com qual outro(s) ídolo(s) da música brasileira você gostaria de cantar? E o que você cantaria nesse encontro?ANITTA: Já cantei com muitos ídolos, mas adoraria cantar com a Marisa Monte e o Djavan. Conheci os dois pessoalmente e ambos falaram sobre meu trabalho, foi emocionante. Seria difícil escolher algo do repertório deles, já que sou fã de tudo.
DSP: Qual foi o melhor show da sua vida até agora?ANITTA: A gravação do meu DVD.
DSP: No seu camarim...ANITTA: Pode ser o de verdade ou uma analogia aos seus gostos mais íntimos:
DSP: Som?
ANITTA: Todo tipo de música. Sou extremamente eclética.
DSP: O que não rola?
ANITTA: Drogas
DSP: Alguma história marcante?ANITTA: Quando recebo pessoas que estão passando por algum momento difícil e usando a alegria da minha música pra se manter forte. Já recebi mulheres com câncer que diziam ter perdido a vaidade quando precisaram raspar a cabeça mas se descobriram poderosas ao começarem a me acompanhar e tirar força das minhas ideias.
Fonte: Diário de SP
